Doisnovesemnome

Faltou criatividade quando nasci.

O lado B da fotografia

Tudo que para nós é estranho é ao mesmo tempo familiar, diz um conceito de Freud.

Diane Arbus, a partir do início dos anos 60, munida d’uma Rolleiflex, iniciava sua viagem de buscas e encontros desses estranhos familiares entre pessoas comuns, em seus cotidianos comuns, ainda que fossem tipos raros ou “freeks”; a exposição principal, a que de fato vai provocar o desconforto em seus trabalhos, é a da crueza dos detalhes mais secretos dos retratados.

Eles estão sempre estáticos, posando com olhos na câmera; há a exploração do mascarado, dos atos absurdos/corriqueiros, dos pequenos objetos… é teatral, factível, ao acaso, voyeur e exibicionista, tudo ao mesmo tempo, em retratos exteriores que gravitam em torno do questionamento sobre a consistência das identidades individuais e de grupo.


Por Vitor Sales

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Informação

Publicado em 10 julho, 2012 por em arte, fotografia, inspiração, referências.
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